Tudo começa quando Erü Illuvatar o Deus dos Deuses o único criador de tudo segundo a mitologia élfica, estava entediado nas mansões de Ecrä, o mundo espiritual, então devido a esse tédio ele cria oito criaturas chamadas de Vallares, como se fossem Deuses menores para sua própria distração. Durante muito tempo os Vallares conseguiram atrair a atenção de Erü para suas façanhas, e suprir seu tédio, mais não demorou muito para não terem mais ideias, e começarem a cair no ostracismo intelectual. Dai então, Erü por não se surpreender mais, volta para seu infinito mundo de tédio até que um dia, um Vallar chamado Kaeltha's descobre uma nova forma de distrair Erü. A arte de produzir sons em harmonia, e Erü adora a ideia, pois pela primeira vez em toda sua eternidade ele havia se desligado de tudo para ouvir os sons produzidos por Kaeltha's. Apos ver a capacidade de Kaeltha's, Erü lhe da à missão de ensinar o que consegue fazer e treinar seus sete irmãos para que assim os oito pudessem produzir sons em harmonia, e para isso Erü cria oito ferramentas, cada uma de formas variadas e capacidade de produzir sons diferentes umas das outras. E assim é feito Erü adormece por milênios e enquanto isso Kaeltha's treina todos seus irmão perdidos por Ecrä e retorna a mansão de Erü, que estava ansioso pelo feito deles. E assim acontece, os Vallar compõem sons de uma forma tão magistral que conseguem projetar uma serie de visões na mente de Erü, sobre um novo mundo, um mundo lindo e perfeito, com planícies inundáveis como mares verdes, e florestas radiantes com arvores gigantescas e formas encantadoras, lagos, rios e mares de águas cristalinas e límpidas, montanhas abundantes. E tudo isso projetado dentro de uma esfera, uma esfera azul como um amontoado de magia desestabilizada tentando manter-se. Após ver essa visão Erü se encanta por este mundo, fica realmente hipnotizado. Ideias fluíam de sua mente! Quanto ao mundo? Aquilo era o fim de seus problemas, criar um mundo como aquele para observa-lo, e criar vida no mesmo para ver seus feitos, historias ações, em fim tudo era tentador, e Erü sabia que podia tornar aquilo real, em apenas um piscar de olhos, um estralar de dedos, mas sabia que aquilo era grandioso e poderia prende-lo durante muito, tempo que talvez nem ele tenha vivido para poder calcular, e aquilo era perigoso. A composição dos Vallar era mais tentadora, a busca insaciável de conhecimento por Erü falou mais alto. Então iniciou a criação de tudo, de todo aquele mundo que a música dos Vallar proporcionaria.
Dizem que Illuvatar criou o mundo através da música dos Vallar, e também dizem que a música dos Vallar era perfeita, por isso o mundo saiu tão belo e harmonioso. Porém as coisas não eram bem assim, tudo tem seu lado negativo, em algum momento a composição primordial teve uma desarmonia, em algum momento foi tocada uma nota errada e dessa desarmonia, dessa nota errada surgiu o que hoje dão nome a Demônios, e isso teve consequências catastróficas, pois daquele erro por diante uma coisa iria atrair outra. Erü não podia sair de seu transe de criação, então os Vallar não pararam de compor, continuaram a tocar pela eternidade, tentando concertar o erro cometido por eles, mais já não havia como, o erro havia sido cometido na criação dos elementos principais, criados por eles para estabilizar aquela esfera de magia desestabilizada. Falharam em um ponto critico, e esse pequeno e insignificante momento, acabou por desestabilizar todas as visões de Erü. Havia imaginado os seres que viveriam ali, e o erro dos Vallar haviam criados partes dos elementos principal incontroláveis, furiosos, maldosos, todo o contrario. O que Erü havia planejado para o mundo, que era principalmente harmonia entre os seres que fossem criados, paz entre os mesmos, e ainda prosperidade. Características que com partes de elementos incontroláveis seria impossível de se ter no mundo. Erü tenta de todas as formas possíveis encontrar uma maneira de banir aquilo de seu mundo, mas a música dos Vallar agora era tocada com insegurança, medo, e assim ele não poderia imaginar mais nada além do que já havia imaginado. Não poderia criar mais nada sem a cooperação dos Vallar. Erü termina a criação inicial e estabiliza a esfera.
Dizem que Illuvatar criou o mundo através da música dos Vallar, e também dizem que a música dos Vallar era perfeita, por isso o mundo saiu tão belo e harmonioso. Porém as coisas não eram bem assim, tudo tem seu lado negativo, em algum momento a composição primordial teve uma desarmonia, em algum momento foi tocada uma nota errada e dessa desarmonia, dessa nota errada surgiu o que hoje dão nome a Demônios, e isso teve consequências catastróficas, pois daquele erro por diante uma coisa iria atrair outra. Erü não podia sair de seu transe de criação, então os Vallar não pararam de compor, continuaram a tocar pela eternidade, tentando concertar o erro cometido por eles, mais já não havia como, o erro havia sido cometido na criação dos elementos principais, criados por eles para estabilizar aquela esfera de magia desestabilizada. Falharam em um ponto critico, e esse pequeno e insignificante momento, acabou por desestabilizar todas as visões de Erü. Havia imaginado os seres que viveriam ali, e o erro dos Vallar haviam criados partes dos elementos principal incontroláveis, furiosos, maldosos, todo o contrario. O que Erü havia planejado para o mundo, que era principalmente harmonia entre os seres que fossem criados, paz entre os mesmos, e ainda prosperidade. Características que com partes de elementos incontroláveis seria impossível de se ter no mundo. Erü tenta de todas as formas possíveis encontrar uma maneira de banir aquilo de seu mundo, mas a música dos Vallar agora era tocada com insegurança, medo, e assim ele não poderia imaginar mais nada além do que já havia imaginado. Não poderia criar mais nada sem a cooperação dos Vallar. Erü termina a criação inicial e estabiliza a esfera.
Porém infelizmente dentro dela, estavam oito espíritos elementais incontroláveis, com um senso de manipulação, corrupção, ira, raiva, traição, obsessão, luxuria, intriga, guerra, maldade e crueldade incompreensível por Erü. Como ele poderia ter criado aquilo? Ele sabia que no fundo de sua mente que deveria buscar uma solução para aquilo, com ajuda dos Vallar ou não. E assim faz, busca no fundo de sua mente um ser a sua imagem, seres inteligentes, ágeis, perceptivos, seres primordiais, que poderiam ser até considerados sagrados, seres que teriam a eternidade naquele mundo se a mesma não fosse tirada dos mesmos, e assim cria os Elfos, a principio para que pudessem prosperar no mundo, evoluir e sobreviver à fúria dos demônios. Seres nobres e bondosos, seres que segundo a história foram os únicos a ver um demônio em sua forma áurea, a forma mais destrutiva, pois é a forma em que ele é puro elemento, a visão de sua forma áurea é morte iminente de forma cruel e dolorosa. Com a criação dos Elfos o mundo se estabiliza um pouco mais, os Elfos evoluem com prosperidade, criam duas grandes fortalezas. Uma no centro do continente principal, uma cidade criada em meio a florestas chamada Valfenda, e outra em uma ilha distante do continente principal chamada Teldrassil, cuja cidade criada era Lothlorien, outra fortaleza em meio às matas. Os Elfos tinham uma incrível ligação com a terra, e com a floresta. Seu espírito de bondade e de apegação com tudo que é natural era inabalável. Porém enquanto os Elfos prosperavam Erü se esforçava para tentar estender os demônios, e tem uma visão de que aquilo não fora criado por ele, até porque aqueles sentimentos não proviam de sua criação. Tenta auxilia-los, tentar ajuda-los, a controlarem aquela fúria e aqueles sentimentos. De forma sutil conseguir acalmar em termos os demônios mais não todos, o demônio da água eram incontroláveis, incompreensíveis, suas ações nunca faziam sentido, e estavam sempre mudando de lado. A demônia da água, Leviathãn foi a primeira a ter contato direto com os Elfos, e foi na ilha de Teldrassil, em Lothloriem. Infelizmente ele ainda não havia sido controlado por Erü, e as consequências foram arrasadoras, os Elfos daquela ilha foram quase todos dizimados, e os vilarejos e cidades élficas próximas ao litoral foram completamente destruídos, inundados, inclusive Lothlorien, mas tudo voltou a se restabelecer ao longo do ano da destruição, alguns Elfos de Valfenda foram para Teldrassil para auxiliar os Elfos que lá viviam, na reconstrução de tudo, Sua ligação com a natureza era incrível, tudo onde trabalhavam fluíam incrivelmente rápido. Porém Leviathãn voltou a atacar novamente, as consequências foram mais catastróficas ainda, não restaram Elfos em Teldrassil, nem cidades a não ser uma ilha varrida pela fúria de um demônio. Mais uma vez os Elfos de Valfenda retornam a Teldrassil e a reconstroem. Um dia, um destemido Elfo, um dos últimos nativos de Teldrassil, se arriscara, e enfrentara o demônio com todas suas forças, a demônia brincou com ele, o fez sofrer e cair vagarosamente, tirando a gota o sangue de seu corpo. Fazendo com que o Elfo elogie os valores da água é o mais fascinante, ele realmente amava tudo relacionado a água, e aquilo tocara o espírito de Leviathãn, que o deixa vivo porém com a condição de levar um recado aos lideres de Lothlorien, de que a cada ano, numa data especifica, ela viria a cidade e deveria ser feito o sacrifício de uma virgem e sua ilha continuaria intacta. O contrato com Leviathãn é feito, os Elfos começam a viver em paz, evoluindo, desenvolvendo tudo o que conhecem hoje no mundo, todas as técnicas, realmente tudo, sendo sacrificada todo ano uma virgem apara que pudessem continuar a evoluir. Erü ao ver o espírito de Leviathãn sendo tocado percebe que é possível negociar com os demônios, pois estes são frágeis em sua excência, e talvez tenham sentimentos bons. Erü queria estava novamente fascinado com o mundo, ao ver que o errado poderia ter dado certo. Então nessa calma ele cria o que hoje dão nome à raça Anã. Primordialmente foram criados para ser uma raça inofensiva começando pelo tamanho que a julgar naquela época a grandeza dos demônios, mas apesar de pequenos eles portam uma incrível força, força que chegava a ser sobrenatural, pois além de sua motivação inicial, ter sido criados para negociar com os demônios, não poderiam correr riscos, então buscaram na força uma maneira de sobreviver a eles. A primeira grande cidade anã foi criada dentro de um vulcão ativo, cercado por uma cadeia montanhosa de gelo, essa fortaleza se chamava Ironforge. O comercio de armas e armaduras naquela cidade ser intenso. Os anões desde o principio de sua criação eram serem temidos, fortes guerreiros a magos extraordinários, porém em meio a sua história a uma real catástrofe, depois de uns três mil anos de sua existência no mundo, onde sua influência já havia se espalhado pelo mundo, e que Ironforge havia se tornado a capital da riqueza, um demônio desertou, e despertou dentro de Ironforge. Erü mais uma vez dewcepcionado com os valores de sua criação, pois em toda a raça que criava sempre um demônio luxurioso e mal aparecia. Então cria os humanos e os cria com tanto amor, e com tanta esperança, que durante a criação parte de sua energia vital, parte de sua alma é passado para o primeiro desses seres, em forma de duas espadas, que juntas a mão do primeiro humano poderia dar- lhe a capacidade de se comunicar com Erü. Estes humanos rapidamente se espalham pelo mundo criando vários vilarejos e uma grande cidade chamada Stormwind, com a força de vontade e perseverança dessa raça rapidamente cresceram e se tornaram fortes, ao longo do tempo, nos primeiros séculos de sua existência aprenderam a utilizar qualquer tipo de recursos que aquele mundo oferecia em prol de sua existência. Tornaram poderosos por isso. Ao longo dos tempos o rei humano portador das espadas do espírito assim chamadas, teve contato varias vezes com Erü que ajudava os humanos a evoluírem rápido através das palavras, lhes ensinaram como manipular a magia e seus segredos. O Rei então passa mais alguns séculos ensinando a sua raça como utilizar a magia e cria academias para perpetuar o seu conhecimento, e quando percebe é que possível combater os Elfos de frente, forma um exercito. Invade Ironforge e rende todos os Elfos que ali se encontravam até mesmo o próprio príncipe. Neste dia o rei frente a frente com o príncipe élfico lhe mostra que não é esse o caminho para a destruição dos demônios, que para isso todas as raças deveriam agir juntar como uma só. Uma cobriria os defeitos da outra e que juntas seu poder era incalculável. Logo se inicia no mundo uma espécie de cruzada, qualquer vilarejo por menor que seja estava sobre constante observação, os habitantes do mundo inteiro foram submetidos a testes o reconhecimento da magia em sua essência. Caso positivo eram levados para Valfenda para aprenderem os ensinamentos dos mestres da magia, ou então eram mortos e queimados em praça publica. Foram-se criados pequenos vilarejos e acampamentos e ainda formados alguns grupos de nômades que não compartilhavam das mesmas ideais do Clero e até mesmo duas grandes cidade, Lothloriem e Kasmodan, cada uma com seu motivo, Lothloriem porque achava que a magia dos Elfos era pura e não precisava ser moldada por nada nem ninguém, que a sabedoria dos seres mais antigos do mundo estava ali, e com isso o rei élfico Vallkayr perde o controle e influência sobre Lothloriem e ainda sobre toda ilha de Teldrassil que resistiu durante anos às investidas Clérigas, e Kasmodan porque os anões de lá se tornaram poderosos, alias todos se tornaram após o acontecido com a demônia do fogo todos se tornaram um pouco arrogantes. Sua magia é algo rústico, próprio deles. Kasmodan também vai contra o Clero, dizendo que cada um tem seu jeito de usar a magia, e que sendo usada de forma correta era o bastante. Após a criação dos humanos foi que Erü aprendera que a pequena partícula errada que amanou de sua melodia e que criara s demônios viveria sempre com os seres de sua criação, pois eles também faziam parte deste mundo, um mundo que fora criado para que Elfos, Anões humanos e demônios evoluíssem cada um com seus valores, em uma guerra espiritual e de magia. Os humanos, os últimos da criação de Erü continuaram sendo aqueles que tinham uma ligação direta com seu criador. Eram os que possuíam o dom de se comunicarem com aquele que os criara. Os demais passariam a eternidade em eterna luta com os humanos para defenderem sua raça e seus valores.
Pedro Morais é estudante e mestre em RPG.
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